Egressos 

Em mais de 70 anos de história, o Vianna Júnior orgulha-se de fazer parte da vida de muitas pessoas. Nossos egressos são, sem dúvida, a principal motivação para continuarmos a traçar uma história de sucesso no segmento educacional. 

Faça parte desta rede de ex-alunos. Conte-nos sua história.

Encaminhe um e-mail, com foto,  para o endereço viannajr@viannajr.edu.br

 

Gustavo Bellei.jpgGustavo Machado Bellei: mais uma história de sucesso construída no Vianna Júnior


O egresso do curso de Direito do Instituto Vianna Júnior, Gustavo Machado Bellei, que acaba de ser aprovado no concurso para Investigador de Polícia do Estado de Minas Gerais (e também aguarda o resultado do concurso para Delegado do Estado de SP), conta um pouco sobre sua fase no Vianna e suas escolhas para o futuro.


Segundo Gustavo, a decisão pela carreira contou com uma forte influência familiar, já que, desde criança, aprendeu a gostar da área: “eu cresci nesse âmbito jurídico, pois meu pai é Delegado Geral de Polícia do Estado de Minas Gerais, minha mãe é Advogada e o meu irmão é Analista de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão. Foi esse ambiente que me motivou também a tentar os concursos”.


Gustavo começou a faculdade de Direito em outra instituição, mas ele logo notou a grande diferença entre o Vianna Jr. e outras instituições: “comecei o curso de Direito em uma faculdade nova, inexperiente e sem expressão no âmbito da Ciência Jurídica”.
Segundo o egresso, a tradição no ensino do Direito, a competência dos respeitados professores, a didática, a certeza de diplomação, o certificado OAB Recomenda, entre outros, foram alguns os argumentos que fundamentaram sua transferência para o Instituto Vianna Júnior. “Por tais razões, em síntese, a minha transferência para o Vianna foi de suma importância para minha formação profissional”.


Gustavo classifica sua fase no Vianna como inesquecível: “Nesse ambiente familiar e profissional, eu ganhei uma vasta experiência e uma maturidade para encarar o mercado de trabalho. Aliás, com base nos ensinamentos proporcionados pelo Vianna Júnior, eu pude encarar o Exame de Ordem e a luta dos Concursos Públicos. Vale pontuar também que nessa Instituição fiz grandes amigos e colegas”.


Quando questionado sobre o que gostaria de falar para quem está começando o curso, Gustavo foi incisivo: “se dedique ao máximo, ‘decore’ lei seca, os informativos dos Tribunais Superiores. Não se limite, busque sempre novos doutrinadores (dos clássicos aos modernos) e aprimore o português. Aliás, aproveite os excelentes professores para tirarem as dúvidas remanescentes de forma presencial. Em síntese, estude ao máximo nesses cinco anos de faculdade, pois a recompensa é muito gratificante. Isso vale também para quem está se formando. Inclusive, queria fazer uma recomendação para esses formandos: por gentileza, honrem seu diploma e sua Instituição”.

 

 

Egressa Vianna Jr PaulaEgressa do Vianna aprovada em Mestrado nos EUA

A egressa do Vianna Júnior, Paula Caúla Infante Gomes, foi aprovada no Mestrado em Direito Internacional na Mississippi College School of Law, na cidade de Jackson, Mississippi, nos Estados Unidos, e está lá desde junho de 2014, quando começou a cursar o mestrado. Paula formou-se em Janeiro de 2014 e foi aprovada no Exame de Ordem ainda no 9º período, no ano de 2013.

Segundo ela, a experiência no Vianna foi excelente: “aprendi muito e o Vianna me deu base para conseguir meus objetivos, primeiro para passar na prova da OAB e depois para conseguir ser aprovada no Mestrado na Mississippi College. Afinal, a aprovação neste Mestrado é exclusivamente por currículo. Eles analisaram meu currículo ao longo dos meus cinco anos no Vianna, analisando as matérias que eu tive e as minhas notas”.


Quando se formar no mestrado, Paula estará apta a prestar o Bar Exam (equivalente ao Exame de Ordem no Brasil) na maioria dos estados americanos. Paula afirma que tem se esforçado bastante, pois, segundo ela, o mestrado não é fácil, tendo que se dedicar muito aos estudos, já que o direito nos EUA é muito diferente do Brasil, porque eles utilizam o sistema de Commom Law e o Brasil usa o Civil Law.

“O primeiro professor que me inspirou a seguir esta jornada foi o Antônio Galvão. Foi ele que me apresentou o Direito Internacional, já que ministrava as aulas de Direito Internacional Público e Privado. Fui monitora dele por um semestre depois que cursei as matérias e, como havia gostado bastante, fiquei disposta a ajudar outros alunos nestas matérias. Aliás, ter sido monitora também foi um dos pontos que me ajudou na aprovação na Universidade daqui. O Galvão foi meu orientador na monografia, na qual o tema foi Direito Internacional: ‘Conselho de Segurança da ONU: Realidade e Mudanças Necessárias’.

Outro professor que me inspirou e me ajudou muito nesta jornada foi o Ricardo Spinelli, que desenvolve e coordena o Direito Itinerante. Com ele fui a Brasília, conheci muito por lá, principalmente o Itamaraty, que é o Ministério das Relações Exteriores, que adorei! Foi o Spinelli que mandou minha carta de referência para a Mississippi College, dizendo o tipo de aluna que fui no Vianna. Esta carta também ajudou muito na minha aprovação aqui.

Outra professora que tenho muita admiração é a atual diretora Célia Fassheber. Ela também foi uma grande professora para mim e ainda mantenho contato com ela para contar das minhas experiências aqui”.

 

Alunos/Foto Eric 2.jpegO caminho para o sucesso começa aqui

Entrevista com Eric Brandão

Não há nada mais gratificante para o Instituto Vianna Júnior do que ver o progresso dos seus alunos e ex-alunos. Para nós é uma honra fazer parte de histórias de sucesso como a que vamos conhecer agora, do ex-aluno do curso de Direito, Eric Scapim Brandão, de 27 anos, que atualmente participa do curso de formação da Escola Superior da Magistratura do Rio Grande do Sul, a última etapa do concurso para juiz.

Eric Brandão foi aprovado no curso preparatório da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) e no Exame da OAB antes mesmo do término de sua graduação, em 2009. Desde então, já prestou 7 concursos para a magistratura em diferentes estados, incluindo Minas Gerais. Conheça a trajetória de sucesso deste jovem que com determinação, dedicação e foco provou que é possível realizar qualquer sonho.
 

Vianna: Quais são suas melhores lembranças do tempo da faculdade?

Eric Brandão: Quando entramos na faculdade tudo é novo, pois nessa etapa da vida começamos a ter os primeiros contatos com o mundo acadêmico e profissional. Tenho enorme carinho pelos professores, que hoje são meus amigos. Sem dúvida, as lembranças mais marcantes são as viagens do Direito Itinerante, onde os alunos conhecem os Tribunais e as repartições públicas.

Vianna: O que fez antes de seguir a carreira de juiz?

Eric Brandão: Prestei o último exame da OAB realizado por Minas Gerais. Contudo, desde o início da faculdade já queria prestar concurso para a magistratura. Nos últimos períodos da faculdade iniciei a preparação para o curso da EMERJ. Consegui ser aprovado nos dois exames, antes do término do último período da faculdade em 2009. Também advoguei por dois anos para conhecer o dia a dia do Poder Judiciário e das dificuldades da carreira jurídica.

Vianna: Como era a rotina de estudos para passar em concursos públicos?

Eric Brandão: Aquele que almeja um cargo público deve, preferencialmente, iniciar os estudos preparatórios desde a faculdade. Nos anos de 2010 a 2012, por exemplo, quando eu fiz o curso preparatório da EMERJ, tinha aula de segunda à sexta-feira, na parte da manhã. Logo após o almoço, iniciava os estudos e só parava às 21h. Nos sábados eu estudava até o meio da tarde. Só reservava o sábado à noite e o domingo para descansar, encontrar com os amigos e arejar um pouco a cabeça. É difícil, mas não impossível. O importante é manter a rotina e não desistir.

Vianna: Que dicas daria para aqueles que almejam passar em concursos públicos?

Eric Brandão: É importante fazer muitas provas para pegar experiência e conhecer a malícia das questões. Os concursos públicos atuais para ingresso na Magistratura, Ministério Público e Defensoria são compostos por várias fases, desde a prova objetiva, passando pelas provas discursivas e orais. Assim, o candidato deve se preparar de forma global. Aconselho também a pegar os editais anteriores e se informar sobre a banca.

Vianna: Como é o curso de formação para juízes?

Eric Brandão: No Rio Grande do Sul, as aulas são diárias, de segunda à sexta-feira, nos turnos da manhã e à tarde. Entre os conteúdos temos deontologia da magistratura, ética, relações interpessoais, administração judiciária, entre outros. Ainda há avaliações práticas com os juízes titulares das varas cíveis, criminais, de família, de Fazenda Pública, dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais.

Vianna: Quais são suas expectativas em relação ao cargo?

Eric Brandão: As expectativas não poderiam ser melhores. Tenho consciência de que muitas dificuldades vão existir, seja em relação à quantidade de processos, seja em relação à deficiência estrutural. Todavia, pretendo dar o melhor de mim, a fim de honrar a carreira da magistratura. Não basta tão somente aplicar a lei: deve-se aplicá-la da forma mais justa possível.  Esse é justamente o fim que me esforçarei para alcançar.

Vianna: Que mensagem deixaria para os seus futuros colegas de profissão?

Eric Brandão: Gostaria de passar aos meus colegas do Vianna Júnior que todos nós podemos ser o que quisermos profissionalmente. Podemos ser advogados, juízes, promotores, delegados, procuradores etc. Basta sonhar, ter dedicação e foco.

 

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Aprovado no concurso de admissão à carreira de diplomata

Lucas Hage Chahine Assumpção, egresso do curso de Direito das Faculdades Integradas Vianna Júnior

Em declaração enviada ao Vianna Júnior, o ex-aluno reconhece a contribuição da instituição e seu corpo docente neste processo. Confira. 

"O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) exige do candidato um conhecimento profundo acerca dos mais variados temas. O aspirante a diplomata precisa dominar bem tanto o português quanto o inglês, o francês e o espanhol. O concurso abrange, ainda: História do Brasil; História Mundial; Geografia; Política Internacional; Economia; Direito e Direito Internacional Público. Como o CACD não se limita ao campo jurídico, portar um diploma de Bacharel em Direito não significa, em tese, qualquer vantagem comparativa em relação aos candidatos que se graduaram nas mais diversas áreas. O curso de Direito do Instituto Vianna Júnior, no entanto, proporcionou-me o desenvolvimento do que é mais valorizado pela banca avaliadora: capacidade argumentativa. 

Nas Faculdades Integradas Vianna Júnior, eu tive uma coordenação de curso séria e comprometida, que me permitiu aproveitar, ao longo dos cinco anos de graduação, os ensinamentos do excelente quadro docente da Instituição. Nesse momento de realização pessoal e profissional, expresso meu agradecimento ao Vianna, e, em especial, ao Professor de Direito Internacional Público e Privado, Antônio Galvão, que não somente, em suas aulas, despertou meu interesse por temas internacionais, como também me incentivou, durante o período em que eu fui seu monitor e no decorrer de sua orientação no meu Trabalho de Conclusão de Curso, a perseguir o meu grande sonho de tornar-me diplomata".



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Graduado em 2002, ex-aluno é autor de vários títulos e procurador no Rio Grande do Norte

Fernando Gaburri, egresso do curso de Direito, graduado em 2002

Fernando Gaburri é procurador  no Rio Grande do Norte, autor das obras “Contratos: Teoria Geral do Contrato, Contratos em espécie e atos unilaterais da vontade”; da obra coletiva “A Fazenda Pública à Luz da Atual Jurisprudência dos Tribunais Brasileiros”; “Direito Civil para Sala de Aula”; ambos publicados  pela Editora Juruá. É Cidadão Natalense, com título concedido pela Câmara Municipal de Natal. Cursa doutorado em Direitos Humanos pela USP.

O procurador, que perdeu a visão no 3º ano de faculdade, tem uma carreira consolidada na área jurídica.  Em 2010, proferiu palestra sobre Contratos durante da 10ª Feira do Livro. Confira mensagem encaminhada aos professores da casa após o evento.


"Estimados Professores,           

Escrevo-lhes, embora me faltem palavras, para dizer de quão honrado me senti por participar da abertura da X Feira do Livro, em nossa querida Instituição de Ensino.     

Lembrava-me, naquele inesquecível momento, de cada uma das vezes que me sentei naquela plateia para vê-los falar; de cada palestra que ali assisti; das reuniões do então Diretório Acadêmico (DA); dos dias de prova em que subíamos para o Salão Nobre; das aulas conjuntas que às vezes aconteciam.

 Enfim, tive a oportunidade ímpar de experimentar sentar-me àquela mesa, hoje na qualidade de professor, ao lado daqueles que foram, e sempre serão, meus professores.        

Mais do que isso, me faltam palavras para descrever a sensação de proferir uma pequena aula para vocês, meus professores, e para aqueles que se sentaram nos bancos onde me sentava outrora. 

Com toda a sinceridade, ao iniciar minha fala, disse que não me sentia nervoso naquele momento porque "me sinto, e estou, em casa".  

Recebam os mais sinceros cumprimentos, daquele que será um sempre aluno,    

Fernando Gaburri”